30/06/08
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CRIADO-MUDO
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23/06/08
CELEBRAR O FOGO E A LUZ

No hemisfério norte o solstício de verão ocorre no dia 21 de junho, e o solstício de inverno ocorre no dia 21 de dezembro. Estas datas marcam o início das respectivas estações do ano neste hemisfério. Já no hemisfério sul, o fenômeno é simétrico: o solstício de verão ocorre no dia 21 de dezembro, e o solstício de inverno ocorre no dia 21 de junho. Estas datas marcam igualmente o início das respectivas estações do ano neste hemisfério.
Devido à órbita elíptica da Terra, as datas nas quais ocorrem os solstícios não dividem o ano em um número igual de dias. Isto ocorre porque quando a Terra está mais próxima do Sol (periélio) viaja mais velozmente do que quanto está mais longe (afélio).
Os trópicos de Câncer e Capricórnio são definidos em função dos solstícios. No solstício de verão no hemisfério sul, os raios solares incidem perpendicularmente à Terra na linha do Trópico de Capricórnio. No solstício de inverno, ocorre a mesma coisa no Trópico
Nas linhas dos trópicos de Câncer e Capricórnio, os soltícios de verão respectivos a cada hemisfério da Terra, coincidem com o único dia do ano em que os raios solares incidem verticalmente.
Nas linhas dos círculos polares Ártico e Antártico, os soltícios marcam o único dia do ano em que o dia ou a noite duram 24 horas ininterruptas considerando a estação do ano: verão ou inverno, respectivamente.

Os banquetes maçônicos são essencialmente místicos por suas formas, e filosóficos por seus princípios. A tradição não legaria uma cerimônia que tive-se um fim frívolo. Nossos ágapes completam a grande alegoria que se desenrola nos diferentes graus.
A forma de nossa mesa lembra o circulo do Zodíaco, cujos pontos equinociais são ocupados pelos VVig\e os socialistas pelo V\M\,no verão correspondente ao superior e no inverno ao inferior. As tangentes paralelas ao diâmetro solsticial são ocupadas pelos demais OObr\. O Ord\e o Secr\a 50 graus, respectivamente, doV\M\.
Os materiais , que ocupam a mesa lembra os três reinos da Natureza e os utensílios tem nomes guerreiros, para lembrar as lutas que os nossos antepassados tiveram que enfrentar para que a Liberdade, Igualdade e Fraternidade viessem a ser possiveis.
Os equinócios e solstícios receberam o nome de portas do céu ou das estações do ano. Os dois solstícios de inverno e verão ou das duas portas (Janua ) ou festas solsticiais maçônicas, deram origem aos dois.
Santos João Batista e João Evangelista.
Em nossos banquetes há sete brindes cujo número é igual aos dos sete planetas conhecidos na antiguidade e, como representam deuses, os antigos lhe ofereciam sete libações, hoje, substituídas por sete brindes maçônicos a diferentes poderes. Hoje, os Planetas conhecidos são nove, porém a Maçonaria conserva sua antiga tradição.
A primeira libação era ao Sol. Hoje e substituída pelo brinde ao Chefe da Nação e sua família.
A Segunda libação era á Lua. Hoje é substituída pelo brinde á GOB - GOSP, e seu grão mestre e sua família.
A terceira libação era a Marte, divindade que entre os antigos presidia os conselhos e os combates, Hoje é substituída pelo brinde ao V\M\ da Loj\.
A quinta libação era á mercúrio, o deus que vigia. Hoje é substituída pelo brinde aos VVig\.
A Quinta libação era a Jupiter, dito também o deus da hospitalidade. Hoje é substituída pelo brinde aos visitantes LLoj\co-irmãs.
A Sexta libação era a Vênus, o símbolo da natureza. Hoje e substituída pelo brinde aos OOf\e todos os Membros da Loj\e, em especial, aos novos iniciados, cuja principal ocupação é o estudo da Natureza.
A sétima libação era a Saturno, cuja intensa órbita parece abarcar a totalidade do Universo. Hoje é substituída pelo brinde a todos os MM\espalhados pelo Universo.
O ágape fraternal é uma festa que pertence á categoria das mais antigas solenidade e a Maçonaria tem conservado, até hoje, o que de mais belo há nelas.
A Maçonaria, tão fecunda em felizes e sublimes alegorias, conserva esta como simbolizando: o triunfo completo da luz sobre as trevas.
Simbolicamente, os trabalhos são abertos ao meio-dia e terminam á meia-noite, para indicar que o homem chega a maturidade antes de poder ser útil aos seus semelhantes, mas desde esse momento até seus últimos instantes, deve trabalhar, sem descanso, para a felicidade comum. Há, no entanto, outras razões, uma das quais é que o Zoroastro, um dos fundadores dos mistérios da antigüidade, recebia os seus discípulos ao meio dia e se despedia deles á meia noite, após o ágape fraternal com que terminavam os trabalhos.
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22/06/08
Chegou o Inverno á Bahia 25º
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CRIADO-MUDO
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21/06/08
o peso das palavras
Quanto custa este balaio mãe?
Quando cheguei à Bahia estranhei o facto de chamarem pai e mãe a toda a gente com uma enorme facilidade e sem qualquer restrição.
Vindo de Portugal onde estas palavras têm um peso parental enorme e são repletas de significado e de carga ficava empancado quando me chamavam assim.Nunca ouvi nenhum português chamar mã à velha que vende hortaliça ou ao velho condutor de uma qualquer carripana. Contive-me então na utilização da palavra a torto e a direito,reservando-a apenas para a Mãe-de Santo ou Pai-de-Santo,por se tratar realmente de uma realção maternal ou paternal conforme os casos.
Passados estes anos perguntei a um pai velho da Bahia porque razão utilizavam estas palavras tantas vezes e tão despudoradamente.
O velho pai pensou e respondeu-me com grande serenidade fumando o seu charuto.
Na tradição africana a questão da propriedade individual não é importante,e por isso não é vital saber quem é filho de quem, e consequentemente quem é o herdeiro e transmissor e o herdeiro.
Todos adultos são pais e mães porque as comunidades (dos escravos) eram corresponsáveis por todos os mais novos.
A sobrevivencia a educação e responsabilidade de educar e proteger os mais novos eram problema comum.
Dito isto,habituei-me-No dia que vou a São Joaquim fazer compras,como estou a ficar velho, cheio de cabelos grisalhos chamam-me pai em todas as bancas e os pivetes pedem -me a benção e um queimado.
A idade provecta está á porta,ainda que me falte a serenidade e a sabedoria,mas estou a trabalhar-me nisso.
JULIETA de Gounod das Sete Quintas,
teve os seus 5 cachorros esta noite.Detesta as agruras da maternidade e deixou morrer 2 por inexperiência.
Nascer é sempre sinal de que o universo e a natureza se renovam num infindar de vida.
A Zitinha e o Mário estão encantados com os novos habitantes da Casa do Pé de Jambo.
socialite
A zitinha foi a um forró e saiu na coluna social com um ar de diva....A minha filha é linda,casmurra que nem um jegue,bicuda mas adoro-a.
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20/06/08
17/06/08
FESTAS JOANINAS OU A BAHIA SEMPRE EM FESTA
CRESCER
Faço com que tudo me sirva de ajuda: uma frase lida de relance, um livro em que não reparava há algum tempo, o olhar para trás para os erros que cometi. Nunca se chega a gigante por dentro, mas também não damos pelo crescimento das plantas e contudo elas chegam a alturas surpreendentes.Recebo mensagens telefonicas e cibernéticas afáveis e delicadas.Também elas me fazem crescer.
CASA DO BENTO
-Está Lá?.Mãezinha?
-Filho! Estou aqui com a tua madrinha Maria Leonor...estamos tão preocupadas convosco por causa do Bingue.
-Bingue?-retorquiu curioso
-Bingo.-Reafirmou ela.
-Bingo,mas eu não jogo bingo.
-Toma cuidado,olha que há pessoas que morrem por causa dessa doença.(DENGUE)
FODASSE
O QUE É ISTO?
FESTAS DE SÃO JOÃO
A Bahia como sempre está suspensa.Vêm ai as festas joaninas...
Comemora-se avidamente o São João,dia 24 é feriado.
Viaja-se para o inteiror,dança-se forró e,naturalmente,bebe-se muito licor ...depois é deixar o santo rolar.
As casas acendem fogueiras á porta, e os miudos estouram bombinhas em todo o lugar e a toda a hora.Afinal também assim se comemora o Solsticio de Inverno/Verão da forma pagã que o mundo nunca abandonou.
Para o MEU BANQUEIRO FAVORITO um CREO ESPECIAL
http://br.youtube.com/watch?v=OZEBIhOYG4c
P.S
As amigas do tres de trinta estão aqui em Salavador e vão-se embora amanhã.Gostei das rever.
Trouxeram uns travessseiros de Sintra deliciosos.
Não tenho escrito porque estou sem internet em casa e só quando a wirless da vizinha deixa é que me monto na dela...
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05/06/08
CREO
http://br.youtube.com/watch?v=1DEddpD0ldw
MENINAS VAMOS AO VIRA
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AI BAHIA,BAHIA de São Salvador
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04/06/08
Zitinha, adoro-te

A minha querida filha em plena adolescência
telefonou-me pedidndo esta publicação
a que dou todo o destaque. O meu poema...
mmmmmSou o mar...
mmmmmPor vezes sou o mar,
mmmmmPois me sinto à deriva,
mmmmmE voltarei para casa,
mmmmmSem nenhuma prespectiva.
mmmmmPor vezes sou o mar,
mmmmmVou e venho,
mmmmmQuase sempre,
mmmmmCom o mesmo tamanho.
mmmmmPor vezes sou o mar,
mmmmmMuitas vezes sem ar,
mmmmmFaço então,
mmmmmO que vem ao meu pensar.
mmmmmPor vezes sou o mar,
mmmmmSozinha em um olhar,
mmmmmMorrerei então,
mmmmmSem amor para dar.
mmmmmZitinha
Os brasileiros gostam de Eça de Queiroz, aqui vai uma pequena receita:
«Os políticos e as fraldas devem ser mudados frequentemente e pela mesma razão.» Eça de Queiroz
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CRIADO-MUDO
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03/06/08
Terça-feira
Considerado um dos mais perfeitos exemplos do Naturalismo nas letras brasileiras, O Bom Crioulo em tudo defende a tese determinista, segundo a qual o homem deve ser retratado dentro de um ambiente pernicioso e podre, decorrendo daí seu caráter enfraquecido e perverso, sua falta de travas morais, sua perversão, principalmente sexual, causadora de sequelas irreversíveis como a bestialização, a insanidade mental, a histeria ou a degradação.
Nesse romance, pela primeira vez na Literatura brasileira, é tratado o tema do homossexualidade, tendo como foco a vida dos marinheiros, retratada, às vezes, com requintes descritivos que chegam às raias da fotografia.
Narrado em terceira pessoa, esse romance, datado de 1895, tem como protagonista o jovem Amaro, negro escravo, homem forte e de boa índole, mas de espírito fraco que foge da escravidão e se embrenha na Marinha. Aí conhece Aleixo, grumete que atrai o bom crioulo por ser exatamente o oposto, branco e frágil.
A narrativa transcorre linear, e gradativamente o autor deixa o leitor conhecer um vasto painel dos fatos que envolvem o caso amoroso de Aleixo e Amaro. No entanto, Aleixo também é o ponto máximo do amor da portuguesa Carolina, prostituta, mulher excessivamente carente, que nunca havia conhecido o amor desinteressado e é atraída pelo espírito infantil do rapaz branco, pelos olhos azuis e puros. Na terra, envolve-o pelo amor carnal e passa a ser sua amante, mãe, amiga e transpõe para Aleixo todo seu coração reprimido pelas cruezas da vida, ama-o como mulher e como mãe, uma vez que ela não tivera a oportunidade de gerar filhos.
O ciúme interfere nesse singular triângulo amoroso, fazendo Amaro agir irracionalmente, como um animal diante do instinto selvagem, destruindo a sua única razão de ser e de viver. Ambientado preferencialmente no mar, o romance de Adolfo Caminha é a síntese da perversão sexual, descrita de modo ousado e chocante com a arte e a técnica de um artista que soube captar com fidelidade os aspectos cruéis de uma fria realidade
Linguística
Viajei de buzu para a Calçada e ouvi o seguinte diálogo:
- Nunca sei se é poblema ou problema.
- Rapaz, poblema é quando é com os outros, problema é quando é com a gente.
Casa do Bento
- Está lá mãezinha?
- Oh, querido, faz tanto tempo que não ligavas, pensei que já não gostavas da mãe...
- Pare com isso, doidona. - Brincou ele, arriscando algum atrevimento. - Como está tudo?
- Estamos todos bem. O teu sobrinho Lourenço já vai para o 6.º, 5.º ciclo, ai, para o ciclo preparatório, pronto. Está muito crescido.
- Ele é de Oxalá. Também acho. Oxalá consiga passar de ano sempre...
- Sabes que o PPD tem uma presidente mulher?
- Ai sim? - Ripostou ele.
- Sim, é a Ministra da Fazenda, a Ferreira Marques.
- A Ferreira Leite? - Interrogou ele.
- Não. A Dra Ferreira Marques. Tu não vives cá há muito tempo não conheces.
- Ó Mãe, por amor de Deus, eu conheço a Ferreira Leite.
- Lá estás tu. Eu não sou doida. Ferreira Marques e não é do teu tempo.
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CRIADO-MUDO
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02/06/08
Laroie Exu
Exu come tudo o que a boca come, bebe cachaça, aguardente, licores, é um cavaleiro andante e um menino reinador. Gosta de balbúrdia, senhor dos caminhos, mensageiro dos deuses, correio dos orixás, um capeta. Por tudo isso sicretizaram-no com o Diabo. Na verdade ele é apenas um orixá do movimento, amigo de um bafafá, de uma confusão, mas, no fundo, excelente companheiro.
Decerta maneira é o Não onde existe o Sim, o contra onde só há o a favor. É intrépido e invencível.
Todas as festas num Terreiro começam com uma cerimónia para Exu, para que ele, com o seu gás zombeteiro não venha causar perturbação.
A sua roupa é bela, azul, vermelha branca, e todas as segundas-feiras lhe pertencem.
Dizem que quem guarda os caminhos da Cidade do Salvador da Bahia-de-Todos-os-Santos é Exu, orixá dos mais importantes na liturgia do Candomblé.
É malicioso e arreliador, não sabe estar quieto, gosta de confundir e aperrear. Postado nas encruzilhadas do caminho, escondido na meia-luz do crepúsculo, na barra da manhã, no cair da tarde, no escurinho da noite, no breu da noite profunda, ele guarda a sua cidade e os seus bem-amados. Ai de quem desembarcar com intenções malévolas, intenções de ódio no coração ou violência ou azedume.
O povo desta cidade é doce e cordial, e aos outros, Exu tranca os seus caminhos.
Conheço uma filha de Exu, sua digna e honrosa reporesentante. Tudo movimenta, tudo manipula, zombeteira, cismada e muito divertida.
Não o temo. Todos temos o nosso Exu dentro do nosso ser. É doce e obediente quando bem tratado.
Adoro o meu Exu, ele foi uma das melhores descobertas que fiz na Bahia. A ele e ao velhinho, com a sua paciência infinita, devo a minha vida.
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CRIADO-MUDO
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